segunda-feira, 14 de outubro de 2013




Como cuidar de um filhote de cachorro

Trazer um filhote pra casa é um momento excitante para você e sua famí­lia, mas seu filhote pode se sentir um pouco confuso com todas as mudanças na vida dele. Este é um guia passo-a-passo para assegurar que a transição seja tão suave para você quanto para o novo membro de sua casa.

- Preparativos para a chegada do filhote 
Você deve dar a ele uma cama adequada. Uma caixa velha ou cesto colocado acima do nível do chão e longe de correntes de ar é uma cama adequada enquanto seu filhote cresce. Não gaste muito neste estágio comprando uma cama cara que ele provavelmente destruirá. O interior da cama deve ser forrado com um cobertor velho para que ele possa se aninhar em algo macio e quentinho.
A cama deve ficar em um local relativamente quieto para que possa dormir sem ser perturbado sempre que estiver cansado. Várias pessoas acham ideal um canto na cozinha ou na sala. Pode ser boa idéia fazer paredes ao redor da cama do animal por alguns dias para criar um pequeno "esconderijo" onde ele possa se sentir seguro e fora de perigo.

Ele deve ter suas próprias vasilhas de alimento e água. Elas devem ser feitas de tal forma que ele posa comer e beber confortavelmente sem submergir o focinho e orelhas. Tenha um suprimento de alimento preparado para a chegada do animal. Pergunte ao criador o que ele está acostumado a comer. É melhor manter a mesma dieta por alguns dias.

Todos os filhotes gostam de mastigar. Este é um comportamento normal e ajuda no processo de dentição. Dê a ele alguns brinquedos só dele para impedi-lo de pegar outros itens da sua casa. Os brinquedos não precisam ser elaborados, mas assegure-se de que não sejam tóxicos, grandes o suficiente para não serem engolidos e relativamente indestrutíveis. Se ele engolir objetos, eles podem ficar presos na garganta, estômago ou intestinos e podem ser uma séria ameaça à vida dele.
Embora você não possa levar o cãozinho para passear com outros cães até que tenha completado o ciclo de vacinações, ele precisará de uma coleira e guia adequadas. A coleira deve ser macia e bem ajustada. Nos primeiros dias, ele precisará usá-la apenas por curtos perí­odos de tempo enquanto você estiver supervisionando. Ela não deve ser muito apertada, pois isso é desconfortável para o filhote, mas também não deve ficar muito solta, pois pode se enganchar em um objeto protuberante. Talvez devesse considerar uma coleira de abertura rápida. Verifique a coleira diariamente e vá soltando conforme o pescoço aumente. Não compre um enforcador para seu filhote. Se usada de forma incorreta, ela pode causar danos irreparáveis ao pescoço dele.

Você pode comprar uma escova e um pente - o tipo depende do tipo de pelagem da raça. Peça ao criador para mostrar como pentear seu filhote apropriadamente e com que tipo de equipamento.

Finalmente, assegure-se de ter anotado o nome e endereço do cirurgião veterinário. Se você não conhece um, o criador será capaz de recomendar um hospital ou clínica veterinária.
Enquanto for pequeno, mantenha tudo que possa ser perigoso fora do alcance do filhote. Ele pode cavar ou mastigar qualquer coisa que encontrar incluindo plantas e fios elétricos.

Cheque bem o seu quintal e certifique-se de que não há pequenos buracos por onde ele possa fugir. Assegure-se de que o portão fecha de forma segura e que o filhote não consiga escapar por baixo ou pelo meio dele. Piscinas e lagos devem ser cobertos.

Quando o filhote chega 
É melhor pegar um filhote quando puder oferecer a ele companhia e atenção enquanto ele se acostuma à nova casa. Se o trouxer para casa de manhã, ele terá tempo de se acalmar, alimentar, brincar e cansar antes da hora de dormir.

No momento em que ele chegar, deixe que cheire o ambiente e se familiarize com seus arredores. Só depois mostre a cama dele.
A apresentação do filhote à família deve ser feita com cuidado. Este é um perí­odo difí­cil e confuso para seu filhote. Sua casa é uma profusão de visões, sons e cheiros estranhos que ele pode achar excitante, mas talvez seja um pouco demais. Ele sentirá falta da mãe, dos irmãos e irmãs e irá querer que sua famí­lia propicie a companhia, conforto e segurança que deixou para trás. Peça ao criador um pedaço do tecido onde a mãe e os filhotes dormiam para que ele sinta o cheiro de casa. Não lave este pedaço de pano por pelo menos uma semana.

Escolha um nome para ele o mais rápido possí­vel. Seja insistente e o use repetidamente enquanto fala com ele - ele logo aprenderá a responder.

Crianças novas na famí­lia precisam aprender que filhotes não são brinquedos. Você verá que o filhote brinca vigorosamente por pequenos períodos e então passa cerca de uma hora em sua cama. Dormir é tão importante para seu filhote quanto para um bebê, então não o perturbe enquanto estiver dormindo.

Não deixe de dar atenção aos outros animais de estimação da casa 
ou eles podem ficar com ciúmes do recêm-chegado. Faça as apresentações gradualmente, em território neutro e sob constante supervisão. Nunca deixe um filhote sozinho com um cão ou gato mais velho. Alimente-os separadamente até que se tornem amigos.

Durante as primeiras noites, o filhote ficará agitado e choramingará quando deixado sozinho. Enrole uma bolsa de água quente e um despertador em um cobertor e coloque na cama dele, isso pode ser confortante para um filhote novo. Entretanto, estes itens não devem ser feitos de borracha ou plástico, ou o filhote os mastigará.

Acima de tudo, seja gentil e paciente com seu filhote durante a apresentação à sua casa. Não dê nem fale de forma agressiva com ele durante os primeiros dias, mesmo que seja destrutivo e faça bagunça - no estado em que está, pode apenas passar a ter medo de você. Este perí­odo inicial deve ser agradável, para que você e seu filhote possam se conhecer, assim ele aprenderá a confiar em você, formando então as bases para uma vida feliz juntos.

- Alimentando seu filhote 
O criador deve dar a você uma planilha com a dieta do animal, incluindo a quantidade e freqüência com que seu filhote deve ser alimentado. Você deve manter esta dieta por alguns dias antes de 
gradualmente mudar para a alimentação que decidiu utilizar.

Seu filhote deve receber a dieta correta propiciando o melhor iní­cio de vida possí­vel. Quaisquer erros neste estágio podem causar efeitos sérios e duradouros. A dieta dele deve prover todos os nutrientes de que ele precisa para ter crescimento e desenvolvimento saudáveis - não apenas em quantidades corretas mas também em proporções corretas.

Não alimente seu filhote com carne crua ou alimentos deteriorados. Alimentos preparados e vendidos comercialmente são a dieta mais segura, sendo nutricionalmente balanceados com melhor custo benefí­cio.

Filhotes jovens precisam de quantidades relativamente grandes de alimento para atender às necessidades de seus corpos em rápido desenvolvimento e seu ritmo de vida agitado. Entretanto, nesta idade, eles ainda são pequenos e seus estômagos ainda não conseguem conter muito alimento. Para que comam o suficiente para preencher suas necessidades, eles devem comer várias refeições por dia, e a dieta deve ter todos os nutrientes corretos em um volume comparativamente menor.

Felizmente, alimentar seu filhote não precisa ser tão complicado 
quanto parece. Dietas especialmente formuladas para a fase de crescimento ajudam a criar animais saudáveis, propiciando refeições balanceadas e altamente digerí­veis que seu filhotinho adora e come com gosto.

O regime de alimentação do seu filhote depende muito na idade, raça e em caracterí­sticas individuais dele. A condição do seu filhote é o melhor indicador de que a alimentação está correta.

Geralmente, um filhote precisa de 15 a 20 minutos para fazer uma refeição. Depois de 15 minutos remova a vasilha de alimento e sirva alimento fresco na próxima refeição.

Embora leite seja uma fonte útil de nutrientes para cães jovens, não é essencial à dieta de um filhote desmamado. Muitos filhotes e cães velhos não digerem lactose, o açúcar contido no leite, eficientemente. Isso pode causar problemas digestivos em filhotes que tomam leite.
Apesar de exercitar a mastigação e prover cálcio e fósforo, ossos podem ser perigosos ao despedaçar. Ao invés de ossos, dê a seu filhote algo desenvolvido para a mastigação, produtos que podem ser comprados em pet shops.

Garanta que seu filhote tenha suas próprias vasilhas de água e comida e que elas sempre estejam limpas.

- Treinando seu filhote 
Você e seu filhote serão muito mais felizes se ele for obediente. Seu instinto natural é o de submeter-se à disciplina imposta pelo lí­der da matilha - o seu papel. Com treinamento, ele aprenderá a entender o que você quer dele e como ele pode lhe agradar. Gaste um pouco de tempo se preocupando com isso e provavelmente descobrirá que a companhia de um cão obediente compensará todos os seus esforços.

- Treinamento caseiro 
Treinamento caseiro é raramente um problema para filhotes criados 
em condições adequadas - filhotes querem instintivamente ser limpos e têm vontade de agradar seus donos. Você deve começar o treinamento assim que seu animal de estimação chegar em casa. Qualquer demora no estabelecimento de uma rotina apropriada pode tornar o treinamento futuro mais difí­cil. É necessário ter paciência e perseverança.

Filhotes novos urinam e defecam com freqüência pois têm a bexiga e intestinos pequenos. Se você tem um quintal fechado, tente levá-lo para fora e colocar em um local adequado sempre que fizer menção de que precisa se aliviar. A primeira coisa a fazer de manhã é levá-lo a esse lugar. Esta operação também deve ser repetida à noite, depois de cada refeição e sempre que ele for ficar dentro de casa por longos perí­odos. Fique com ele até que termine, então agrade bem o cãozinho.
Não o puna se ocorrer um acidente. Isso apenas causa confusão e medo. Nunca "esfregue seu focinho" mesmo que ele suje a casa.

- Treinamento básico 
Você precisa ensinar a seu filhote alguns comandos básicos. Para que o treinamento surta bons resultados, ele precisa saber responder quando chamado pelo nome e compreender o significado da palavra "não".

Quando seu filhote tiver tomado todas as vacinas, poderá levá-lo para caminhadas curtas. Você deve mantê-lo sob controle todo o tempo em que estiverem em locais públicos. Para isso a coleira e guia são essenciais. Apresente a coleira e a guia a ele e deixe que ele se acostume.

Após seu cão estar acostumado com a guia, você pode começar o treinamento básico. Todos os membros da casa devem estar envolvidos no programa de treinamento. Use palavras curtas como comandos, com vogais que soem bem diferente. Os quatro 
comandos essenciais são: junto, senta, vem e deita. Dê comandos claros e, sobretudo, seja firme.

Recompense-o com muito carinho quando ele fizer certo. Lembre-se, você não precisa necessariamente dar alimento como prêmio durante o treinamento. Não o puna por não obedecer a um comando - simplesmente não dê reforço positivo. Caso contrário, ele associará o comando à punição.

Mais tarde talvez queira colocá-lo em uma turma de treinamento de obediência para filhotes ou adultos para ampliar seu treinamento. Um instrutor hábil o ajudará a solucionar os problemas que surgirem. As aulas podem começar assim que ele terminar o ciclo de vacinações. Estas aulas são divertidas para vocês dois e permitem 
que ele se socialize com outros cães.

- Exercí­cios 
Todos os cães precisam de exercícios diários. A quantidade de exercí­cio de que seu filhote precisa depende não apenas do tamanho dele, mas também da raça. Quando for pequeno, conseguirá fazer exercí­cios suficientes sozinho, mas à medida que cresce, deve ser levado para andar e correr regularmente. Não saia com ele junto com outros cães até que ele tenha completado o ciclo de vacinações.

Caminhadas regulares e variadas não são apenas essenciais para manter seu filhote em forma - são também uma chance que ele tem para explorar e vivenciar novos estí­mulos, incluindo encontros com outros cães. Isso fará com que ele se desenvolva e cresça como um indiví­duo contente e equilibrado, o que ajuda a prevenir problemas de comportamento.
Qualquer exercí­cio deve ser supervisionado. Não permita que seu filhote se perca e nunca deixe que saia sozinho durante o dia para descobrir o mundo por ele mesmo.

- Escovação 
Escovação regular é essencial para manter seu cão bonito e se sentindo bem. É melhor acostumá-lo a ser escovado desde jovem para evitar dificuldades quando ele for mais velho.

Naturalmente, raças mais peludas requerem escovação mais freqüente do que cães de pêlo curto. Sempre preste atenção às áreas que se emaranham facilmente, como, por exemplo, a área atrás das orelhas. É muito mais fácil prevenir que esses emaranhados se formem do que removê-los depois. Peça que o criador indique qual a melhor forma de escovar seu filhote e que tipos de escovas e pentes são recomendados.

Cães necessitam de banho apenas quando sujos ou quando o cirurgião veterinário aconselhar. Dê banho apenas quando o tempo estiver bom, ou mantenha seu cão dentro de casa para evitar resfriados. Filhotes jovens exigem cuidados especiais. Nunca use detergente doméstico ou desinfetante nos seus animais. Use apenas produtos próprios para cães. Sempre que der banho, areje e lave a cama dele. Também é essencial que isso seja feito regularmente entre banhos.

Enquanto estiver escovando o filhote, pode usar a oportunidade para verificar a condição da pelagem e pele dele, verificando se não há anormalidades como inchaços, ferimentos ou evidência de parasitas.

Você deve também ver se os olhos dele estão limpos, claros e sem excesso de secreção.

Embora seja pouco provável que você tenha problemas enquanto ele for jovem, você deve abrir a boca do seu filhote regularmente para que ele se acostume com isso desde cedo. Isso será útil no futuro quando precisar escovar seus dentes ou dar medicação por via oral. Ao mesmo tempo, você se familiarizará com a condição normal da boca do seu cão. Os dentes devem estar limpos e sem acúmulo de tartáro. As gengivas devem ter uma cor rosada saudável. Este é também um bom momento para ensiná-lo a permitir que você escove seus dentes. Isso reduz a placa e o mau hálito.

Conforme ele envelhece, pode ocorrer acúmulo de tártaro na base dos dentes próximo da gengiva. Isso pode ser removido pelo veterinário.

As unhas do seu filhote precisam ser aparadas regularmente. Cães que se exercitam com regularidade em superfí­cies duras desgastam as unhas até o comprimento correto. Manuseie as patas do seu cão desde bem jovem. Isso fará com que mais tarde ele se comporte melhor com tratadores e veterinários.

- A saúde do seu filhote
Depois de desmamada, a maior parte dos filhotes vive uma vida longa e feliz. Algumas raças têm maior longevidade do que outras. A maioria dos cães vive entre 8 e 15 anos com alguns indiví­duos vivendo bem mais do que isso. Generalizando, raças pequenas e toy tendem a viver mais do que cães grandes ou gigantes. As principais ameaças à longevidade são doenças infecciosas e acidentes. Ninguém consegue evitá-los completamente, mas as chances de ser afetado seriamente por doença ou acidente podem ser reduzidas a níveis muito baixos se tomarmos algumas precauções simples. Um programa completo de vacinação, com injeções anuais é o passo mais importante para prevenir doenças. Treinamento apropriado e exercí­cios controlados ajudam muito a evitar acidentes.

- O veterinário
Seu grande aliado na prevenção de problemas de saúde é o veterinário. Anote o endereço de uma clí­nica veterinária de confiança assim que você adquirir seu filhote, isso em muito ajudará em uma emergência.

Poucos dias depois de levar seu filhote para casa, leve-o a uma consulta com o veterinário. Ele dará orientações sobre vacinação, vermí­fugos, alimentação e cuidados gerais de saúde.

Quando levar seu filhote ao veterinário, mantenha-o ao seu lado com a guia ou no colo. Não permita que ande solto pela recepção. Lembre-se de que outros animais na sala de espera podem estar doentes. Caso seu filhote esteja doente, o veterinário precisa saber todos os detalhes. Não mande o filhote ao veterinário com uma criança ou um amigo que não pode dar todas as informações necessárias.

Sempre preste muita atenção a seu filhote e caso perceba qualquer sinal de doença, trate imediatamente.

- Seja um dono responsável
Como todas as coisas que valem a pena na vida, ter um cão envolve responsabilidades e prazeres. Os prazeres são óbvios e as responsabilidades precisam ser consideradas. Suas responsabilidades não são apenas em relação ao cão, mas também envolvem outras pessoas e o meio ambiente.

Um cão bem treinado e disciplinado é um prêmio para seu dono, então faça com que ele tenha pelo menos treinamento básico em obediência.
Você deve também ver se os olhos dele estão limpos, claros e sem excesso de secreção.

Embora seja pouco provável que você tenha problemas enquanto ele for jovem, você deve abrir a boca do seu filhote regularmente para que ele se acostume com isso desde cedo. Isso será útil no futuro quando precisar escovar seus dentes ou dar medicação por via oral. Ao mesmo tempo, você se familiarizará com a condição normal da boca do seu cão. Os dentes devem estar limpos e sem acúmulo de tartáro. As gengivas devem ter uma cor rosada saudável. Este é também um bom momento para ensiná-lo a permitir que você escove seus dentes. Isso reduz a placa e o mau hálito.

Conforme ele envelhece, pode ocorrer acúmulo de tártaro na base dos dentes próximo da gengiva. Isso pode ser removido pelo veterinário.

As unhas do seu filhote precisam ser aparadas regularmente. Cães que se exercitam com regularidade em superfí­cies duras desgastam as unhas até o comprimento correto. Manuseie as patas do seu cão desde bem jovem. Isso fará com que mais tarde ele se comporte melhor com tratadores e veterinários.

- A saúde do seu filhote
Depois de desmamada, a maior parte dos filhotes vive uma vida longa e feliz. Algumas raças têm maior longevidade do que outras. A maioria dos cães vive entre 8 e 15 anos com alguns indiví­duos vivendo bem mais do que isso. Generalizando, raças pequenas e toy tendem a viver mais do que cães grandes ou gigantes. As principais ameaças à longevidade são doenças infecciosas e acidentes. Ninguém consegue evitá-los completamente, mas as chances de ser afetado seriamente por doença ou acidente podem ser reduzidas a níveis muito baixos se tomarmos algumas precauções simples. Um programa completo de vacinação, com injeções anuais é o passo mais importante para prevenir doenças. Treinamento apropriado e exercí­cios controlados ajudam muito a evitar acidentes.

- O veterinário
Seu grande aliado na prevenção de problemas de saúde é o veterinário. Anote o endereço de uma clí­nica veterinária de confiança assim que você adquirir seu filhote, isso em muito ajudará em uma emergência.

Poucos dias depois de levar seu filhote para casa, leve-o a uma consulta com o veterinário. Ele dará orientações sobre vacinação, vermí­fugos, alimentação e cuidados gerais de saúde.

Quando levar seu filhote ao veterinário, mantenha-o ao seu lado com a guia ou no colo. Não permita que ande solto pela recepção. Lembre-se de que outros animais na sala de espera podem estar doentes. Caso seu filhote esteja doente, o veterinário precisa saber todos os detalhes. Não mande o filhote ao veterinário com uma criança ou um amigo que não pode dar todas as informações necessárias.

Sempre preste muita atenção a seu filhote e caso perceba qualquer sinal de doença, trate imediatamente.

- Seja um dono responsável
Como todas as coisas que valem a pena na vida, ter um cão envolve responsabilidades e prazeres. Os prazeres são óbvios e as responsabilidades precisam ser consideradas. Suas responsabilidades não são apenas em relação ao cão, mas também envolvem outras pessoas e o meio ambiente.

Um cão bem treinado e disciplinado é um prêmio para seu dono, então faça com que ele tenha pelo menos treinamento básico em obediência.
Fonte:http://www.pedigree.com.br/como-cuidar-de-seu-filhote

segunda-feira, 3 de setembro de 2012


CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Proboscidea
Família: Elephantidae


INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
Os elefantes vivem em manadas, sendo que cada uma é dividida em famílias
Na África, o habitat dos elefantes são os territórios do Quênia, Tânzania e Uganda. Vivem em regiões de florestas e nas savanas
Os elefantes indianos são menores do que os africanos
É o maior animal terrestre do mundo
Possuem presas de marfim na boca
São animais herbívoros, ou seja, alimentam-se de folhas de árvores, ervas, raízes, frutos e de gramas
Um animal adulto ingere, em média, 100 kilos de alimento por dia
Um filhote de elefante pode nascer com até 80 kilos
Por volta de 60 anos de idade, o elefante perde seus dentes molares (presas) impossibilitando sua alimentação e levando-o a morte
A caça indiscriminada do elefante africano tem levado a diminuição desta espécie, que atualmente está correndo risco de extinção

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:
Espectativa de vida: em média vivem até 60 anos
Altura: varia de 3 a 4 metros
Cor: cinza escuro
Peso: em média 6 toneladas (podem atingir até 12 toneladas - espécie africana)
Gestação: de 20 a 22 meses

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Capivara


CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Rodentia
Subordem: Hystricognathi
Família: Hydrochoeridae
Género: Hydrochoerus
Espécie: H. hydrochaeris

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
A capivara costuma viver em regiões às margens de rios e lagos
Utilizam a água como refúgio dos predadores, pois conseguem ficar submersas por alguns minutos
Esta espécie animal possui uma grande agilidade para nadar
Entre os roedores, a capivara é o maior animal
Uma fêmea costuma gerar, em cada gestação, de 2 a 8 filhotes
Alimenta-se de capim, ervas e outros tipos de vegetação encontrados nas beiras de rios e lagos
Podemos encontrar capivaras em diversas regiões da América do Sul e Central
Possui dentes incisivos que podem chegar a 7 cm
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:
Peso: um animal adulto pesa em média 80 kg
Comprimento: 1,20 metros em média
Tempo de vida: de 15 a 20 anos em média
Cor: marrom

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Maritaca



A maritaca é característica da região onde predomina o cerrado. Pertence à família dos Psitacídeos, que abrange também araras e papagaios.
Maritaca é um termo genérico para designar uma ave que emite um ruído um tanto quanto desagradável.
O animal adulto mede 27cm. Pesa entre 230 e 250 gramas. Representante relativamente grande, de cauda curta.
Ocorre do nordeste (sul do Piauí, Pernambuco, Alagoas) e leste até o sul do Brasil, Goiás e Mato Grosso, também na Bolívia, Paraguai e Argentina.
Vive na mata alta, também em pinheirais e matas ciliares. A espécie normalmente voa em bandos, podendo chegar até a 100 indivíduos. Apresenta hábitos diurnos principalmente pela manhã.
O sexo da maritaca não é visível. Para identificá-lo é preciso um exame de sexagem, ou de DNA (por gotas de sangue ou com quatro ou cinco penas), ou ainda por laparoscopia onde se visualiza o órgão sexual que é interno.
O par freqüentemente permanece junto dentro do ninho, mesmo durante o dia.
Quando ouvem um ruído estranho põem meio corpo para fora do buraco, inspecionando os arredores e, se assustados, saem um depois do outro, sem emitir o menor som, pode ficar horas a fio na entrada do seu ninho, expondo unicamente a cabeça e permanecendo absolutamente imóvel enquanto espiona os arredores. Nidificam em troncos ocos de palmeiras e outras árvores; aproveitando-se de fendas formadas pela decomposição.
O ninho é forrado com as próprias penas da fêmea. O acasalamento costuma ser de agosto a janeiro, resultando cerca de três ovos (às vezes cinco) chocados por 23 a 25 dias, em média. Os pais alimentam os filhotes até saírem do ninho, com cerca de dois meses de idade.
Procuram seu alimento (geralmente frutos) tanto nas copas das árvores mais altas, como em certos arbustos. Para subir nos ramos das plantas, utilizam o bico como um terceiro pé; usam as patas para segurar a comida, levando ao bico. Gostam mais das sementes do que da polpa das frutas. São atraídos por árvores frutíferas como mangueiras, jabuticabeira, goiabeiras, laranjeiras e mamoeiros. Os cocos de muitas palmeiras constituem sua alimentação predileta, procuram também as frutas da imbaúba. Comem brotos, flores e folhas tenras, inclusive as do eucalipto.
Tem um modo peculiar de manter-se no ar, bate as asas levantando-as mais abaixo do corpo que qualquer outro psitacídeo. Dentro da mata, a curta distância, voa sem fazer o menor ruído. Emite um sinal de satisfação e tranqüilidade, no poleiro, através de um estalo produzido pela raspagem da mandíbula contra as ondulações da superfície do palato. O sinal de susto é um sacudir vigoroso de toda plumagem. Quando saem à longa distância são muito barulhentos.

Lobo Guará


CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Canidae
Género: Chrysocyon
Espécie: C. brachyurus


INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
O lobo guará pode ser encontrado na América do Sul, principalmente no Brasil, no Paraguai, na Bolívia e na Argentina
Como possuem pernas compridas e ágeis, pode facilmente subir em morros e montanhas. Essa característica física favorece também os saltos no momento da caça
Alimenta-se princilamente de aves, roedores, raízes e algumas espécies de frutos
É uma espécie de hábitos solitários, não formando alcatéias como fazem outras espécies de lobos
Preferem a noite para caçar
A gestação da fêmea dura, em média, 68 dias. Ela dá cria de 4 a 6 filhotes
Doenças trasmitidas por cães domésticos, atropelamentos e derrubada de matas são os principais motivos que estão provocando a extinção destas espécie animal
No Brasil, podemos encontrar o lobo guará nas seguintes regiões: Chapada dos Veadeiros, Serra da Canastra, Parque das Emas, Serra do Cipó, Chapada dos Guimarães, Ilha Grande, Reserva Ecológica do Roncador e Serra da Bocaina
É um mamífero de comportamento tranquilo, porém pode atacar para defender-se em situações de ameça

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:
Espectativa de vida: em média vivem 20 anos
Comprimento: 1,20 metros aproximadamente
Cor: castanho claro avermelhado com manchas marrom nas pernas, caldas e pescoço
Peso: de 20 a 25 kilos aproximadamente
Altura: 70 cm aproximadamente.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Tamanduá - bandeira


Maior representante da família Myrmecophagidae, podendo atingir até 2,1m de comprimento e 45kg de peso. Não possui dentes, e sua língua pode atingir até 61cm de comprimento, mas apenas com 13mm de largura. Produz uma saliva viscosa em que formigas e cupins são retidas. Possuem três dedos nas patas anteriores e cinco nas patas posteriores. Geralmente são cinzas, com membros brancos, com uma banda diagonal preta e branca na altura dos ombros. Os tamanduás tendem a andar sobre os nós dos dedos, devido ao longo comprimento de suas garras .
Hábitat

Habita uma grande variedades de ambientes, desde florestas tropicais chuvosas até ambientes savânicos e campos abertos, sendo mais comuns nestes últimos
Foi registrada sua presença desde Honduras na América Central, até o Chaco boliviano,Paraguai, Argentina e por todo o Brasil. Entretanto é considerado extinto em algumas regiões da América Central, do Uruguai e sul do Brasil.
Alimentação

O tamanduá-bandeira é um dos mais especializados predadores que existem, se alimentando quase que exclusivamente de formigas e cupins. Entretanto, existe também uma preferência entre as espécies de formigas e cupins que são predadas pelo tamanduá levando-se em consideração o valor nutricional, disponibilidade e a resposta de suas presas ao ataque. E embora exista uma preferência de espécies tanto em cativeiro como em liberdade, essas preferências podem diferir nas duas situações.
Comportamento e Ecologia

São geralmente solitários, noturnos em ambientes mais perturbados pelo homem, podendo ocupar áreas de até 11,9km² (como mostrado em estudos feitos com animais monitorados no Pantanal) mas geralmente, seus territórios são menores do que isso A área de vida de vários tamanduás podem se sobrepor, aumentando a densidade por km. As fêmeas são mais tolerantes ao encontro com co-específicos do mesmo sexo, visto que existe uma maior sobreposição de territórios entre fêmeas e os machos se colocam em encontros agonísticos mais frequentemente que as fêmeas.
O tamanduá-bandeira é encontrado em uma ampla variedade de ambientes, entretanto, dados de animais do Pantanal mostram que eles costumam forragear em campos na bordas de lagoas e pastagens, sendo que muito pouco dessa atividade é realizada dentro de florestas e ambientes mais fechados.

Araras


As araras são encontradas desde o Sul da América do Norte (México) até América do Sul. São 16 espécies de araras, distribuídas entre seis gêneros. Aqui, novamente o Brasil é campeão, por ter representantes de todos os gêneros e o maior número de espécies, num total de 13 espécies de araras. As “araras azuis” atuais são quase exclusividade brasileira, pois duas espécies A. leari e Cyanopsitta spixii são endêmicas (só são encontradas) no Brasil. A arara azul A. hyacinthinus tem a maior população no Brasil, sendo que foi praticamente extinta no Paraguai e Bolívia, mas já sendo encontrada neste último.

Do gênero Ara, o Brasil possui quatro representantes que são as duas araras-vermelhas, (A. chloropterus eA. macao), a arara-canindé (A. araraúna) e a maracanã-guaçu (A. severus). São encontradas mais quatro espécies consideradas grandes araras e que pertencem a esse gênero: Ara ambígua (Buffon`s Macaw) que ocorre na América Central em Honduras, Nicaragua, Costa Rica e Panamá com uma sub-espécieguayaquilensis que ocorre na Colômbia e Equador; Ara militaris (Military Macaw) que ocorre desde o México até norte da Bolívia, com três sub-espécies: militarisbolivianamexicanaAra glaucogularis (Blue-throated Macaw) e Ara rubrogenys (Red-fronted-Macaw) que só ocorrem na Bolívia.

Completam a lista das araras brasileiras, citadas abaixo, mais cinco espécies, pertencentes a três gêneros, que são consideradas as araras pequenas.

As araras brasileiras estão distribuídas em 6 gêneros diferentes, são eles:
Anodorhynchus: com 3 espécies: A. hyacinthinus, A. leari e A. glaucus.
Cyanopsitta: 1 espécie C. spixii.
Ara: com 4 espécies: A. ararauna, A. chloropterus, A. macao e A. severus.
Orthopsittaca: com 1 espécie: O. manilata.
Primolius: com 3 espécies: P. maracanã,  P. auricollis e P. couloni.
Diopsittaca: com 1 espécie: D. nobilis.